Dr. Alex CoutinhoDor Crônica · Medicina Regenerativa
Tratamentos

Tratar a dor onde ela nasce.

A Medicina Intervencionista da Dor é a área dedicada a localizar com precisão a estrutura que gera a dor — um nervo, uma articulação, um disco — e tratá-la diretamente, com técnicas guiadas por imagem e o mínimo de invasão ao corpo.

Sala de procedimentos com equipamentos de imagem
A abordagem

Duas especialidades, um objetivo.

A Medicina Intervencionista atua sobre a origem da dor, com procedimentos precisos que modulam ou interrompem os sinais dolorosos.

A Medicina Regenerativa estimula o próprio corpo a reparar tecidos e reduzir a inflamação. Juntas, buscam um alívio que não apenas mascare o sintoma, mas que dure.

Outras condições

Dores que costumam ser mal compreendidas.

Condições complexas, muitas vezes refratárias ao tratamento convencional, que podem se beneficiar de uma abordagem intervencionista.

01

Neuralgia do trigêmeo

Choques intensos no rosto ao falar, mastigar ou escovar os dentes. Considerada uma das dores mais intensas que existem, pode se tornar incapacitante quando não responde aos medicamentos.

Bloqueio e radiofrequência pulsada do nervo trigêmeo, guiados por imagem
02

Neuralgia pós-herpética

Dor em queimação ou pontadas que persiste por meses — às vezes anos — depois de um episódio de herpes zóster, o “cobreiro”.

Bloqueio dos gânglios da raiz dorsal, guiado por radioscopia, com sedação leve
03

Dor pélvica crônica e endometriose

A endometriose pode sensibilizar os nervos da pelve e manter a dor mesmo após cirurgia ou tratamento hormonal. Quando o controle clínico não basta, há caminhos além dos medicamentos.

Radiofrequência do plexo hipogástrico superior, guiada por radioscopia · ver página completa
04

Síndrome Dolorosa Complexa Regional

Dor intensa e desproporcional após uma lesão, fratura, cirurgia ou imobilização, com alterações de cor, temperatura, inchaço e sensibilidade da pele. Precisa ser levada a sério e tratada cedo.

Bloqueio simpático, dentro de uma abordagem multidisciplinar
05

Dor crônica pós-operatória

Quando, mesmo após o tempo esperado de recuperação, o corpo continua enviando sinais de dor — por alterações nos nervos ou inflamação persistente.

Bloqueios simpáticos, peridurais e de nervos periféricos
06

Fibromialgia

Dor difusa e crônica pelo corpo, frequentemente acompanhada de cansaço, alterações do sono e da memória. O cuidado é multidisciplinar e individualizado, buscando reduzir a dor e melhorar o bem-estar geral.

Abordagem multidisciplinar, com bloqueios e terapias complementares quando indicados
07

Dores neuropáticas

Dores causadas por lesões ou disfunções dos nervos, em queimação, choque ou formigamento, que costumam resistir aos analgésicos comuns.

Bloqueios de nervos periféricos e radiofrequência pulsada, guiados por imagem
08

Dor crônica refratária

Para quem já tentou diversas abordagens sem sucesso, a cannabis medicinal pode ser um aliado, com indicação e acompanhamento médico, no controle da dor, do sono e da ansiedade associada.

Cannabis medicinal como terapia complementar, quando indicada
Técnicas

As ferramentas da precisão.

Tecnologia a serviço de um tratamento mais seguro, mais preciso e mais confortável.

Ultrassonografia intervencionista

Visualização em tempo real de nervos, vasos e músculos. Mais precisão, menos medicação, menos riscos.

Radioscopia

Imagem de raio-X em tempo real para acessar com segurança estruturas profundas da coluna, como discos e raízes nervosas.

Bloqueio diagnóstico

Um anestésico aplicado em um ponto específico confirma de onde a dor vem — e orienta o tratamento definitivo.

Radiofrequência

Energia controlada, convencional ou pulsada, que modula os sinais dolorosos do nervo sem alterar sua função motora.

Ortobiológicos

Terapias regenerativas, como o plasma rico em plaquetas, que estimulam a recuperação de tendões, articulações e discos.

Ácido hialurônico

Infiltração articular que melhora a lubrificação e a mobilidade em dores de joelho e ombro.

Ondas de choque

Terapia não invasiva com ondas acústicas que estimulam a regeneração, indicada em tendinites e fascite plantar.

Cannabis medicinal

Opção complementar, com prescrição e acompanhamento, para dor crônica, sono e ansiedade quando o tratamento convencional não basta.

Discectomia percutânea

Descompressão do disco por uma cânula fina, sem cortes nem cicatrizes, em casos selecionados de hérnia de disco.

Dúvidas frequentes

Sobre os procedimentos.

Como sei qual tratamento é o indicado para mim?

A indicação só pode ser feita após consulta, análise dos exames e, em alguns casos, um bloqueio diagnóstico. Cada caso é avaliado individualmente — não existe protocolo único.

Os procedimentos são feitos com anestesia?

Sim. São realizados com anestesia local ou técnicas de anestesia regional — que bloqueiam a sensação apenas da região tratada — e, quando indicado, sedação leve, sem necessidade de anestesia geral.

Quanto tempo dura um procedimento?

Depende da técnica e da região tratada. A maioria dura de 20 minutos a pouco mais de uma hora, com alta no mesmo dia.

Quando posso voltar às atividades?

Por serem minimamente invasivos, os procedimentos costumam permitir um retorno rápido à rotina. As orientações de repouso e reabilitação são individualizadas.

O resultado é permanente?

A resposta varia de pessoa para pessoa e conforme a condição tratada. Alguns pacientes têm alívio prolongado; outros podem precisar repetir ou associar terapias. O acompanhamento faz parte do tratamento.

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem uma avaliação médica individualizada. Conteúdo elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

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