Dr. Alex CoutinhoDor Crônica · Medicina Regenerativa
Dor pélvica crônica · endometriose

A dor pélvica não precisa ser o seu normal.

Para quem convive com dor na pelve mesmo depois de remédios, tratamento hormonal ou cirurgia, existe uma abordagem que atua diretamente nos nervos que transmitem essa dor.

Sala de procedimento com equipamento de radioscopia
Entenda

Uma dor real, muitas vezes desacreditada.

A dor pélvica crônica é aquela que persiste por mais de seis meses na parte baixa do abdome e na pelve. Ela afeta o trabalho, a vida a dois, o sono e o humor — e, com frequência, a mulher passa anos ouvindo que a dor “é normal”.

Na endometriose, a inflamação profunda pode sensibilizar os nervos da pelve. Com o tempo, o sistema nervoso passa a amplificar e manter a dor, que pode continuar mesmo após cirurgias ou tratamento hormonal. É nesse ponto que a Medicina Intervencionista da Dor pode ajudar.

Sinais que pedem avaliação
  • Dor pélvica ou no baixo ventre por mais de seis meses
  • Cólicas incapacitantes, que não melhoram com os analgésicos habituais
  • Dor durante ou após a relação sexual
  • Dor que persiste após cirurgia para endometriose
  • Dor que continua mesmo com tratamento hormonal adequado
  • Faltas frequentes ao trabalho ou aos compromissos por causa da dor
Como é o tratamento

Atuar nos nervos que mantêm a dor.

O plexo hipogástrico superior é um conjunto de nervos, à frente da coluna lombar, que conduz grande parte dos sinais de dor dos órgãos pélvicos.

Bloqueio diagnóstico

Um anestésico aplicado com precisão no plexo hipogástrico confirma se a dor passa por essa via — e orienta o tratamento definitivo.

Radiofrequência do plexo hipogástrico

Energia controlada que modula a transmissão dos sinais dolorosos, buscando um alívio duradouro quando o controle clínico não é suficiente.

Guiado por radioscopia

Imagem de raio-X em tempo real para posicionar a agulha com segurança, em ambiente controlado, com sedação e, em geral, alta no mesmo dia.

Cuidado em conjunto

O tratamento da dor soma, não substitui.

O acompanhamento ginecológico continua essencial. O tratamento intervencionista entra como mais uma ferramenta, focada especificamente na dor, em diálogo com o seu ginecologista e com a equipe que já cuida de você.

Cada caso é avaliado de forma individual — da história clínica aos exames — para definir se o procedimento é indicado e qual o melhor momento para ele.

Dúvidas frequentes

Dor pélvica: perguntas comuns.

Já operei a endometriose. Ainda vale a avaliação?

Sim. A dor pode persistir após a cirurgia, porque os nervos da pelve continuam sensibilizados. Esse é justamente um dos cenários em que a abordagem intervencionista é considerada.

Preciso parar o tratamento hormonal?

Não. Nenhum tratamento deve ser interrompido por conta própria. O cuidado da dor é feito em conjunto com o acompanhamento ginecológico.

Serve só para endometriose?

Não. Outras causas de dor pélvica crônica também podem ser avaliadas. A indicação depende da origem da dor, definida na consulta e, quando necessário, por um bloqueio diagnóstico.

Como é feito o procedimento?

Em ambiente controlado, com sedação, guiado por radioscopia. Na maioria dos casos, a paciente tem alta no mesmo dia. As orientações de preparo e recuperação são individualizadas.

As informações desta página têm caráter educativo e não substituem uma avaliação médica individualizada. Conteúdo elaborado em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023.

Agende sua avaliação

Convive com dor pélvica há meses ou anos?

Você não precisa se acostumar com ela. Vamos conversar sobre o seu caso e entender qual caminho faz sentido para você.